Sociedade dos Poetas Mortos acompanha um grupo de estudantes de um tradicional e rígido colégio interno, marcados pela disciplina, pela cobrança por desempenho e pelo peso das expectativas familiares. A chegada do professor John Keating, com uma abordagem sensível e provocadora, rompe a lógica da obediência automática e convida os jovens a entrarem em contato com o desejo, a criatividade e a possibilidade de construírem uma relação mais singular com a própria vida. Ao estimular a retomada da antiga “Sociedade dos Poetas Mortos”, Keating abre um espaço de fala, vínculo e experimentação subjetiva entre os alunos, onde amizade, pertencimento e descoberta de si ganham força. Nesse percurso, o filme tenciona autoridade, idealização, medo de fracassar e conflito geracional, mostrando como o encontro com a palavra e com o desejo pode tanto produzir abertura e vitalidade quanto expor impasses, angústias e rupturas profundas.
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Quando um educador pode ser mais que educador e ensinar o poder de sonhar!