Uma leitura psicanalítica sobre desejo, identidade, envelhecimento, liberdade e a possibilidade de reinventar a própria vida, a partir da obra de Johanna Runevad (2026).
ONLINE
14 DE SETEMBRO
100% Gratuito
19h30
"Meu Nome é Agneta" (2026), dirigido por Johanna Runevad, acompanha Agneta, uma mulher de 49 anos que se sente invisível diante de uma vida que parece ter perdido o sentido. Com os filhos seguindo seus próprios caminhos, um trabalho que já não a realiza e um casamento no qual se sente cada vez mais distante, Agneta percebe que sua existência foi sendo organizada em torno das necessidades e expectativas dos outros.
Em busca de uma ruptura com essa rotina, ela decide aceitar um trabalho como au pair na Provença. Porém, ao chegar à França, descobre que a pessoa de quem deveria cuidar não é uma criança, mas Einar, um homem idoso que vive com demência. O encontro inesperado entre os dois acaba abrindo espaço para novas experiências, afetos e para um despertar que transforma sua maneira de compreender a própria vida.
O filme convida a refletir sobre aquilo que acontece quando o sujeito percebe que passou muito tempo vivendo de acordo com papéis estabelecidos e começa a se perguntar sobre o próprio desejo.
Certificado de
Participação
100%
Gratuito
100%
Online
Às vezes, reencontrar o próprio desejo começa quando deixamos de viver apenas aquilo que esperam de nós.